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China quer tornar Shenzhen referência mundial em inovação e proteção ambiental

Plano prevê flexibilidade nas leis locais para atrair empresas internacionais e vai enquadrar a cidade como zona econômica especial

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Photo: Shutterstock

O governo chinês revelou um plano para tornar Shenzhen, cidade localizada no sul do país (na fronteira com Hong Kong), um modelo em “inovação, serviços públicos e proteção ambiental” até 2025. Para atingir este status, a cidade se tornará uma zona econômica especial, com leis específicas para atrair grandes empresas estrangeiras e desenvolvimento tecnológico.

Neste sentido, o documento afirma que as regulações locais seriam flexíveis, com “aumento da participação popular na política” e baseadas nas necessidades de Shenzhen “por reforma e inovação”.  Claro que qualquer mudança nas regras locais teria de passar pelo crivo do Governo Central. O plano ainda define que, “até o meio do século”, a cidade deverá ser uma referência mundial em inovação e competitividade, e influenciar diretamente o mercado global.

Em relação a ações práticas, além de prever maior flexibilidade nas regulações, o plano afirma que será construído um centro de Big Data em Shenzhen. O empreendimento deve gerar milhares de empregos além de permitir mais aplicações com uso de dados para empresas locais. Além disso, o governo pretende ampliar o portfólio de produtos financeiros que poderão ser oferecidos pelas fintechs da cidade, com foco em transações com estrangeiros.

Área da Grande Baía

A região onde fica Shenzhen, chamada de Área da Grande Baía, é uma megalópole que une a cidade à Macau e Hong Kong. Portanto, o foco do governo neste local não é apenas por causa do potencial inovador, mas também por questões políticas. No momento, a China tenta integrar cada vez mais Hong Kong às leis do país e vem sofrendo com crescentes protestos da população local desde abril, que é contrária ao autoritarismo chinês e à política de extradição.

Com o desenvolvimento de políticas públicas para Shenzhen, a ideia do Governo Central é, segundo o plano, “enriquecer o senso de pertencimento e coesão dos compatriotas em Hong Kong e Macau”. Entre as iniciativas neste sentido, será oferecido status de residente de Shenzhen a cidadãos de Hong Kong que tiverem interesse em cruzar a fronteira. Além disso, serão promovidas atividades culturais focadas na integração da região.

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Toyota Corolla o carro mais vendido no mundo

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Fabricado desde 1966, o Corolla é o automóvel mais vendido de todo planeta, com 47 milhões de unidades até agora.

Seu número impressiona por ser mais que o dobro de seu principal concorrente, o Honda Civic, em todo o mundo. O veículo vem mantendo a hegemonia por apresentar um conjunto mecânico bastante confiável e pela ótima qualidade de fabricação. O sucesso do carro da marca japonesa também pode ser explicado pela fidelidade de sua legião de fãs.

No Brasil, o Corolla está apenas na 11ª posição dos carros mais vendidos: perde para o campeão Chevrolet Onix. Ainda assim, um número expressivo de vendas – e é líder no segmento de sedãs médios no mercado nacional.

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Outback entra na onda Vegana

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Esse é o Aussie Plant Burger, um hamburguer 100% vegano para quem ainda quer comer no Outback com a galera

Outback, quem diria, lançou seu primeiro hambúrguer vegano.

Conhecida pelas porções fartas de receitas bem indulgentes e cheias de carne, a rede entrou na onda do hamburger “plant based” —à base de vegetais— com textura, aroma e sabor semelhantes ao dos de carne bovina. 

A casa tinha opções vegetarianas, mas esta é a primeira criação sem nenhum ingrediente de origem animal.

O lanche, acompanhado de batatas fritas, sairá pela bagatela de R$ 43,00, na mesma faixa de preço que os outros hamburgeres de carne e mais barato que algumas opções mais sofisticadas da rede. O ‘Aussie Plant Burger’ já está disponível no cardápio online do Outback.

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Com viagens a partir de R$ 4 ‘Tuk-tuks’ já estão circulando pela orla de Vitória

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Quem passou nesta semana pela orla de Vitória, se surpreendeu com um veículo diferente em circulação. Já começaram a rodar na cidade 20 “tuk-tuks”, espécie de triciclo, comum em países asiáticos. O serviço do novo modal, trazido ao Brasil pela Uber em parceria com a Movida, é inédito no Brasil. O veículo, elétrico, pode carregar até duas pessoas, além do motorista, e tem cinto de segurança.

Neste início de operação, os 20 “tuk-tuks” estarão disponíveis nos bairros Mata da Praia, Jardim Camburi, Santa Lúcia e Santa Helena, que estão à beira-mar. O veículo só poderá ser chamado por usuários que estiverem e colocarem como destino ruas desses locais. Segundo a Uber, o preço mínimo da viagem é R$ 4, inferior ao cobrado pelos carros.

“Foi uma experiência divertida porque as pessoas passavam acenando e tirando fotos da gente no veículo”, contou o estudante Jacob Kilppel, de 23 anos, que pediu a corrida com o namorado, Ícaro Pratti, também de 23. “Além de ser divertido, o veículo é 100% elétrico e segue as tendências que pensamos para um mundo mais sustentável. E o preço também é mais baixo ao de um carro comum”, disse Pratti.

Já a estudante Camila Pimentel, de 30 anos, se frustrou com o início do serviço. Ela pediu uma corrida da Avenida Leitão da Silva à Avenida Nossa Senhora da Penha, ambas em Santa Lúcia, mas no aplicativo não apareceu a opção do “tuk-tuk”. “Não vi ninguém que tenha conseguido chamar”, reclamou. Procurada, a Uber não respondeu ao questionamento feito pela reportagem.

Para Silvia Penna, gerente de operações da Uber que atua com “tuk-tuks” em países asiáticos, Vitória foi escolhida porque tem um litoral considerado excelente para esse tipo de opção. Em nota, a Movida informou que há possibilidade de expansão do serviço conforme a aceitação do mercado e o nível de utilização por parte da população.

A Uber também não informou quantos motoristas – que precisam ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) A ou B – se cadastraram para dirigir o “tuk-tuk”.

Em nota, a Associação dos Motoristas de Aplicativo do Espírito Santo (AMAPES) demonstrou preocupação com o “tuk-tuk”. “Estamos preocupados com a segurança dos passageiros e não tivemos conhecimento de treinamento aos motoristas.”

A Movida rebateu, afirmando que os veículos têm “todos os itens de sinalização de um carro tradicional, como piscas e luz de freio”. Um “tuk-tuk” pode alcançar até 35 quilômetros por hora. A Uber não se pronunciou sobre a preocupação da AMAPES.

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