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Governo quer até R$ 4 bi com venda de ações que nem sabia que tinha

União tem parte de empresas como os bancos Santander e Itaú Unibanco, as teles Vivo e Tim e da fabricante de aviões Embraer

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Photo: Shutterstock

Com dificuldades para privatizar estatais, o governo estima ingresso entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões com a venda de ações de empresas que “desconhecia” ser proprietário, entre elas as dos bancos Santander e Itaú Unibanco, das teles Vivo e Tim e da fabricante de aviões Embraer.

São 57 participações minoritárias (ou seja, a União não é a controladora) em empresas com ações na B3, a Bolsa paulista, e também com capital fechado. O governo chegou a esse número depois de um levantamento que durou cinco meses.

O Ministério da Economia também vai vender a participação via FI-FGTS (fundo de investimento que usa parcela do FGTS para aplicar em infraestrutura) em 14 empresas. Em fevereiro, o ministério promete divulgar a “caixa-preta” do fundo com os valores de cada empresa e quanto o governo ganhou e perdeu nas operações do fundo, administrado pela Caixa Econômica Federal e envolvido em casos de corrupção.

“Vamos vender tudo”, disse o secretário de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar. “Estamos precisando de dinheiro. Preferimos ter menos dívida do que pagar juros”, afirmou, contando que falta dinheiro até para oferecer um café à reportagem.

Segundo ele, a ideia é vender este ano essas participações. Para isso, um lote deverá ser incluído no Programa Nacional de Desestatização (PND) no primeiro semestre. O governo poderá fazer uma oferta conjunta das ações mais líquidas.

O secretário reconheceu que a maior dificuldade é para a venda das participações de empresas de capital fechado (sem ações na Bolsa). Nesse caso, o governo terá de “bater na porta” de uma a uma para identificar o interesse dos donos em comprar a fatia do governo.

O secretário rebateu a avaliação de que o presidente Jair Bolsonaro resiste em dar prioridade à agenda de privatização. “Essa análise é equivocada. O presidente foi muito enfático em relação a acabar com a corrupção e, para isso, ele abraçou a privatização”, disse Salim.

O secretário informou que o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, optou por permanecer por período maior com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), responsável por fazer projetos, para acelerar a agenda de concessões. Segundo ele, o ministro tem uma carteira de 79 concessões a serem feitas em 2020. “Eu sou o cara que quer vender tudo, mas vendo a justificativa dele, e a quantidade de concessões que tem de entregar faz sentido postergar a venda da empresa”. Mesmo assim, segundo Salim, não está descartada a ideia do fechamento e extinção da EPL.

O secretário disse que não vai vender a Caixa, Petrobrás e BB, mas vai se desfazer de mais empresas subsidiárias, coligadas aos bancos ao longo deste ano.

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É possível viajar no tempo?

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Voos Partiram em 2020 e Chegaram em 2019.

A virada do ano é uma grande festa em todo o planeta, mas e se você pudesse comemorar a chegada de 2020 duas vezes, em lugares diferentes?

Pode até parecer ficção, mas alguns voos realizados no último dia do ano permitiram que os passageiros “voltassem no tempo” e celebrassem o réveillon duas vezes.

Isso foi possível por causa da grande diferença horária em locais não tão distantes entre si. Alguns voos levam poucas horas para cruzar do extremo Leste para o extremo Oeste do planeta. No calendário, entretanto, os passageiros voltam um dia inteiro.

A opção mais rápida e econômica para voltar no tempo foi embarcar em um voo de Auckland (Nova Zelândia) para Rarotonga (Ilhas Cook). São duas opções de voo que duram três horas e 50 minutos e custam cerca de US$ 240 (R$ 980) na classe econômica.

O voo da Air New Zealand decolou de Auckland no dia 1º de janeiro de 2020 às 8h55 e chegou a Rarotonga às 13h45 do dia 31 de dezembro de 2019. Pela Virgin Australia, o avião partiu da Nova Zelândia às 16h45 e aterrissou nas Ilhas Cook às 21h40.

Outra opção foi voar entre Guam, um território dos Estados Unidos no Pacífico e Honolulu, no Havaí. Nesse caso a viagem é mais longa e bem mais cara.

O voo sem escala da United Airlines teve duração de sete horas e cinco minutos. O Boeing 777-200 decolou da ilha de Guam no dia 01/01/2020 às 7h40 e chegou em Honolulu às 18h45 do dia 31/12/2019. O preço da passagem costuma ser em torno de R$ 5.000. Para a viagem de Ano Novo, o valor passou de R$ 7.000.

Então, a viagem no tempo realmente existe…

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Palavras criam mundos.

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Neste limiar do Novo Ano, nunca devemos nos esquecer da importância das palavras da língua falada e escrita, seja de que nacionalidade forem.

Por isso a Internet e as redes globais de contato virtual representaram uma revolução tão grande na comunicação humana, nos curtos 20 e poucos anos de seu advento desde o final do século XX.

A palavra é o elemento-chave da Seven Ports para consolidar um novo conceito multidisciplinar de comunicação e negócios no mundo virtual do ciberespaço.

Mesmo não funcionando tão bem quanto o trocadilho em inglês da ilustração deste post, que cria mundos adicionando apenas UMA CONSOANTE (“L”), destacamos aqui a tradução, pois são somente três palavras, mas muito poderosas:

PALAVRAS CRIAM MUNDOS.

Feliz 2020, com muita saúde e prosperidade. São os votos da Equipe Seven Ports a todos os nossos clientes, usuários, fornecedores, navegantes e amigos.

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O monstro do Lago Ness na sua cozinha.

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A melhor coisa que já surgiu de um boato secular. *

“Nessie”, a inventiva concha que fica “em pé” dentro da sopa ou do feijão, pronta para servir.

* Referência à eterna lenda do ‘Monstro do Lago Ness’, na Escócia, alegadamente visto nos últimos 500 anos, mas jamais encontrado ou confirmado.

Para quem quiser comprar, nas Lojas Americanas online por vinte pratas (R$ 19,90) mais custos de frete.

shorturl.at/fkBDM

Coisas que queremos ter.

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