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Governo promete vender Correios, Telebras, SERPRO e DATAPREV em 2021

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Seis estatais ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações ou à prestação de serviços de TI para o governo federal serão privatizadas até janeiro de 2022, segundo o secretário especial de Desestatização, Salim Mattar. A afirmação foi feita durante evento realizado em São Paulo, no qual o ministro reiterou a meta de vender Telebras, Correios, Ceitec, Serpro e Dataprev ainda em 2021.

As entidades dos servidores das empresas prometem lutar contra as privatizações, que precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional. Em nota, uma das entidades de trabalhadores dos Correios, a ADCAP,  aponta que o governo deveria assumir suas responsabilidades pelo “rombo de R$ 11 bilhões no Postalis”. Diz que a estatal é autossuficiente ao gastar R$ 8,5 bilhões por ano, sem ônus para o governo.

No evento, Mattar disse que, para 2020, a meta é privatizar 300 ativos, levantando R$ 150 bilhões. “Em 2019 ficamos muito focados na reforma da Previdência, este ano a agenda de desestatizações irá caminhar mais”, afirmou.

CALENDÁRIO DA DESESTATIZAÇÃO 

No evento, Mattar apresentou o calendário da desestatização de 16 empresas públicas até janeiro de 2022 – cinco a mais do que no plano anunciado em agosto.

  • Agosto/2020: Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF)
  • Outubro/2020: Empresa Gestora de Ativos (Emgea)
  • Dezembro/2020: Casa da Moeda do Brasil (CMB)
  • Janeiro/2021: Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep)
  • Fevereiro/2021: Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec)
  • Abril/2021: Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e CeasaMG
  • Junho/2021: Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) e Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp)
  • Julho/2021: Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) e Telecomunicações Brasileiras S/A (Telebras)
  • Dezembro/2021: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios)
  • Janeiro/2022: Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
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Toyota Corolla o carro mais vendido no mundo

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Fabricado desde 1966, o Corolla é o automóvel mais vendido de todo planeta, com 47 milhões de unidades até agora.

Seu número impressiona por ser mais que o dobro de seu principal concorrente, o Honda Civic, em todo o mundo. O veículo vem mantendo a hegemonia por apresentar um conjunto mecânico bastante confiável e pela ótima qualidade de fabricação. O sucesso do carro da marca japonesa também pode ser explicado pela fidelidade de sua legião de fãs.

No Brasil, o Corolla está apenas na 11ª posição dos carros mais vendidos: perde para o campeão Chevrolet Onix. Ainda assim, um número expressivo de vendas – e é líder no segmento de sedãs médios no mercado nacional.

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Outback entra na onda Vegana

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Esse é o Aussie Plant Burger, um hamburguer 100% vegano para quem ainda quer comer no Outback com a galera

Outback, quem diria, lançou seu primeiro hambúrguer vegano.

Conhecida pelas porções fartas de receitas bem indulgentes e cheias de carne, a rede entrou na onda do hamburger “plant based” —à base de vegetais— com textura, aroma e sabor semelhantes ao dos de carne bovina. 

A casa tinha opções vegetarianas, mas esta é a primeira criação sem nenhum ingrediente de origem animal.

O lanche, acompanhado de batatas fritas, sairá pela bagatela de R$ 43,00, na mesma faixa de preço que os outros hamburgeres de carne e mais barato que algumas opções mais sofisticadas da rede. O ‘Aussie Plant Burger’ já está disponível no cardápio online do Outback.

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Com viagens a partir de R$ 4 ‘Tuk-tuks’ já estão circulando pela orla de Vitória

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Quem passou nesta semana pela orla de Vitória, se surpreendeu com um veículo diferente em circulação. Já começaram a rodar na cidade 20 “tuk-tuks”, espécie de triciclo, comum em países asiáticos. O serviço do novo modal, trazido ao Brasil pela Uber em parceria com a Movida, é inédito no Brasil. O veículo, elétrico, pode carregar até duas pessoas, além do motorista, e tem cinto de segurança.

Neste início de operação, os 20 “tuk-tuks” estarão disponíveis nos bairros Mata da Praia, Jardim Camburi, Santa Lúcia e Santa Helena, que estão à beira-mar. O veículo só poderá ser chamado por usuários que estiverem e colocarem como destino ruas desses locais. Segundo a Uber, o preço mínimo da viagem é R$ 4, inferior ao cobrado pelos carros.

“Foi uma experiência divertida porque as pessoas passavam acenando e tirando fotos da gente no veículo”, contou o estudante Jacob Kilppel, de 23 anos, que pediu a corrida com o namorado, Ícaro Pratti, também de 23. “Além de ser divertido, o veículo é 100% elétrico e segue as tendências que pensamos para um mundo mais sustentável. E o preço também é mais baixo ao de um carro comum”, disse Pratti.

Já a estudante Camila Pimentel, de 30 anos, se frustrou com o início do serviço. Ela pediu uma corrida da Avenida Leitão da Silva à Avenida Nossa Senhora da Penha, ambas em Santa Lúcia, mas no aplicativo não apareceu a opção do “tuk-tuk”. “Não vi ninguém que tenha conseguido chamar”, reclamou. Procurada, a Uber não respondeu ao questionamento feito pela reportagem.

Para Silvia Penna, gerente de operações da Uber que atua com “tuk-tuks” em países asiáticos, Vitória foi escolhida porque tem um litoral considerado excelente para esse tipo de opção. Em nota, a Movida informou que há possibilidade de expansão do serviço conforme a aceitação do mercado e o nível de utilização por parte da população.

A Uber também não informou quantos motoristas – que precisam ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) A ou B – se cadastraram para dirigir o “tuk-tuk”.

Em nota, a Associação dos Motoristas de Aplicativo do Espírito Santo (AMAPES) demonstrou preocupação com o “tuk-tuk”. “Estamos preocupados com a segurança dos passageiros e não tivemos conhecimento de treinamento aos motoristas.”

A Movida rebateu, afirmando que os veículos têm “todos os itens de sinalização de um carro tradicional, como piscas e luz de freio”. Um “tuk-tuk” pode alcançar até 35 quilômetros por hora. A Uber não se pronunciou sobre a preocupação da AMAPES.

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