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Análise: estamos preparados para a era da superpersonalização?

Profissionais de todas as áreas precisarão entender melhor de nichos e atuar de maneira multidisciplinar para vencer no mercado

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Photo: Shutterstock

Marketing, tecnologia, criação e desenvolvimento de produto. O que essas áreas têm em comum? Você pode até dizer que nada. Mas cada vez mais esses profissionais serão desafiados pelo desejo de superpersonalização dos consumidores. E isso afeta essas e algumas outras carreiras. Não há dúvida de que todos precisarão lançar mão de subterfúgios para entender a realidade e entregar a melhor experiência possível para quem está do outro lado. Logicamente, tudo trabalhado em linha com um belo plano estratégico da empresa.

Aquela expressão sempre tão utilizada para falar de inovação, ‘pensar fora da caixa’, volta com força total nesse cenário. Pense, por exemplo, na marca Porsche. Afunile um pouco e tenha em mente os proprietários de clássicos da montadora, incluindo aquelas raridades de colecionadores. Dificilmente você associaria esse seleto clube com blockchain, e foi exatamente o que pensou Matthias Hub, gerente de TI da Porsche e também responsável pelo que eles chamam de prototipagem de software.

Hub foi atrás de Jan Karnath, fundador e CEO da Gapless, uma plataforma baseada em blockchain pensada em manter registro de coisas físicas que as pessoas amam e gostariam que sobrevivessem a gerações, entre elas, carros. Da ideia à prática, eles, em conjunto, bolaram um aplicativo onde é possível emitir um certificado de autenticidade para o superclássico Porsche. Ok, qual a vantagem e o que tem de novidade? “Esses carros são muito caros e queríamos que essa comunidade tivesse provas de autenticidade do veículo, como títulos de proprietário. Com isso, além de mostrar que ele realmente tem uma peça legítima sem qualquer tipo de falsificação ou mudanças, ajudamos seguradoras, que passam a confiar nos pedidos de coberturas, facilitamos o trabalho da polícia em caso de roubo e damos segurança ao comércio desse tipo de automóvel”, comentou Hub.

Não há dúvida de que todos precisarão lançar mão de subterfúgios para entender a realidade e entregar a melhor experiência possível para quem está do outro lado

Eles trabalham com a plataforma desde abril e já são 50 mil carros cadastrados no Reino Unido, na Alemanha e nos Estados Unidos. Mas se você acha que a aventura da Porsche com blockchain para por aí, eles trabalham, no momento, num projeto para que o carro seja cada vez mais uma plataforma, pagando desde estacionamentos a serviços do entorno onde o proprietário circula, num modelo que desafia por exemplo, o mercado de tags, como o SemParar. “A beleza do modelo descentralizado de blockchain é que te permite criar e pensar em várias coisas. Estamos explorando e não limitados a essas duas iniciativas”, completou. Usando tecnologia e criatividade, Hub, que é um engenheiro de software, consegue desafiar a lógica e se mostra pronto para esse mundo em transformação, buscando dentro do seu mundo técnico possibilidades para o cliente final.

Lamborghini

Na mesma pegada de oferecer serviços cada vez mais segmentados, durante uma discussão sobre perspectivas do marketing para 2020, Katia Bassi, CMO da Automobili Lamborghini, bateu muito na tecla do acolhimento do cliente e de trabalhar dados de forma mais inteligente, dando uma mensagem cada vez mais personalizada e, assim, satisfazendo o desejo de clientes exigentes. “Atualmente, 32% dos nossos clientes têm menos de 40 anos e o que eles querem é formar parte de uma grande família. É importante para eles que não sejam apenas um número. Quando compram uma Lamborghini, eles querem ser da família, querem uma relação diferente do que tradicionalmente as marcas oferecem”, explicou. “Apesar de sermos uma marca global, somos focados em pessoas e uma estratégia de marketing informal acolhe e inclui o cliente de uma maneira diferente”. Todo o trabalho que Katia lidera à frente da montadora gira em torno do uso da tecnologia para acelerar os passos do marketing e tornar as decisões e estratégias mais acertadas. Marketing sem tecnologia não trabalha o cliente e padece.

E já que os dois primeiros cases do mundo da personalização são de carros, noutro painel, esse focado em discutir mobilidade urbana em 2025, Sam Zaid, CEO e fundador da Getaround, um marketplace de compartilhamento de veículos subutilizados, afirmou acreditar que, com todos os problemas que a posse individual do carro traz para os grandes centros urbanos, serviços personalizados ainda vão pipocar. Ele entende que a relação de posse ainda mudará muito, chegando a um ponto onde a pessoa pensa: ‘quero ir ao shopping fazer compras, então, preciso de um carro por duas horas’. E loca o veículo para isso. Toda a mobilidade deverá ser convertida em serviços disponíveis a partir de um smartphone, assim como já acontece com patinetes e bicicletas, mas ganhando inteligência, integração e, personalização da experiência.

Futuro do trabalho

Embora os cases coletados durante o Web Summit 2019 estejam ligados a marcas de luxo que, por razões óbvias, buscam uma entrega diferente para seus clientes, essa jornada pela personalização está cada vez mais presente. Se você parar para pensar um pouco, provavelmente, já se viu em situações onde esperava um atendimento, produto ou serviço de maneira totalmente distinta da que lhe foi oferecida. O mundo nos força para esse desejo e esse desejo transforma o mercado de trabalho. Assim, precisamos estar preparados para trabalhar e atender esse tipo de anseio.

Durante uma das discussões sobre futuro do trabalho, Polina Montano, co-fundadora da JobToday, destacou que não é pessimista sobre o fechamento de posições de trabalho por conta de automação, ou mesmo com a quantidade e/ou variedade de novos empregos, mas, acertadamente, se preocupa muito em como “prepararemos essas pessoas para o novo, como ensinaremos coisas novas a essas pessoas com foco em economia digital”.

Mas a frase matadora e que tem total relação com o título deste artigo e com a dinâmica do mercado de maneira geral é a demanda que ela enxerga para os próximos anos: “veremos uma busca muito grande por profissionais especializados em nichos e subsetores para entregar a melhor experiência possível para grupos específicos”, pontuou, chegando, assim, à ultrapersonalização da experiência. E aqui fica um alerta gigante: os profissionais generalistas precisarão correr ainda mais para surfar nessa onda que emerge. Isso esbarra em tudo, até no mercado de influenciadores, onde muitas marcas já buscam por microinfluenciadores na expectativa de resultados mais efetivos.

A afirmação de Polina também se relaciona, como lembrou David Yang, fundador e chairman da ABBYY, com o fato de as pessoas não curtirem trabalhar com atividades repetitivas, abrindo, assim, espaço para automação desse tipo de trabalho, deixando os profissionais mais livres para atuarem com criatividade, que, além de conhecimento em tecnologia, está entre as habilidades mais demandadas atualmente.

Então, se você quer ser relevante na sua empresa atualmente, entenda melhor os clientes e veja se há nichos para serem trabalhados ou mesmo oportunidades de personalizar a experiência oferecida atualmente; estude tecnologia, ela te fará falta, mesmo que você não queria ser um cara de TI; se envolva em atividades que estimulem a criatividade, isso te ajudará a sair do mundo comum e criar uma visão holística do que acontece na sua empresa e/ou setor; por fim, se atualize sempre que puder, lendo sites como IT Trends, focado em desenvolvimento de carreira, livros e participando de eventos onde, além das palestras, sempre existem pessoas interessantes com quem você poderá aprender algo.

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MUNICÍPIO DE SÃO PAULO – Covas contrata marqueteiro e fecha com 5 partidos para disputar reeleição

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Com PSC, Podemos, Cidadania, DEM e PL já no palanque, prefeito deve contar com pelo menos 40% do espaço dos candidatos no horário eleitoral

São Paulo — Enquanto bolsonaristas e petistas ainda buscam nomes para disputar a Prefeitura de São Paulo em outubro, o prefeito Bruno Covas (PSDB), que tentará a reeleição, já conta com estrategista de campanha e articulou uma aliança com pelo menos cinco partidos, além do PSDB.

O acerto pode lhe garantir o maior tempo de exposição na televisão e rádio no horário eleitoral gratuito, que será veiculado entre 28 de agosto e 1º de outubro.

Entre as sessões de quimioterapia no Hospital Sírio Libanês para tratar um câncer na cárdia, o tucano trouxe para seu palanque PSC, Podemos, Cidadania, DEM e PL.

Como o cenário eleitoral está indefinido, ainda não é possível calcular exatamente o número de inserções a que Covas terá direito, mas é certo que ele contará com 40% do espaço reservado aos candidatos.

O PSDB também está em estágio avançado de conversas com o MDB e negocia com o Republicanos. O tempo de propaganda de cada candidato é estimado com base no tamanho das bancadas que o apoiam.

Apesar de câncer, Covas diz que fica no cargo e recusa Joice como vice

BRASIL Apesar de câncer, Covas diz que fica no cargo e recusa Joice como vicequery_builder28 jan 2020 –

Entre os aliados do prefeito, não há conversas sobre um eventual plano B. O PSDB já definiu que o responsável pela comunicação de Covas será Felipe Soutello, o marqueteiro que coordenou a campanha de Márcio França (PSB) ao Palácio dos Bandeirantes em 2018 e fez parte da equipe da campanha presidencial de José Serra (PSDB) em 2010.

O time de campanha de Covas também já está sendo montado. Os principais articuladores políticos são o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, que foi chefe da Casa Civil no governo Geraldo Alckmin, o secretário da Casa Civil, Orlando Faria, e o vereador João Jorge (PSDB).

O governador João Doria (PSDB) também tem atuado nos bastidores para fortalecer a candidatura de Covas e incumbiu dois quadros de sua administração para integrar o núcleo duro da campanha: o chefe de gabinete, Wilson Pedroso, e o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, presidente estadual do PSDB.

Caberá a eles a missão de convencer o diretório nacional do partido a priorizar a campanha da capital paulista na distribuição de recursos do Fundo Eleitoral. Os “covistas” esperam receber da sigla o teto previsto para a capital, em torno de R$ 16 milhões.

“Não vejo uma polarização em São Paulo. A direita está rachada e a esquerda não tem representatividade. O Bruno vai ser o ponto de conexão entre os lados”, disse o vereador Gilberto Nascimento Jr., presidente municipal do PSC. Em 2018 o partido apoiou Márcio França contra Doria na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, embora esteja presente na máquina municipal.

Para o presidente municipal do PSDB, Fernando Alfredo, o prefeito pode atrair eleitores dos dois campos. “O Bruno dialoga bem com a esquerda, que não tem mais referência. Ele é o candidato do centro que fala com os dois extremos.”

Marca

Os aliados de Covas buscam uma marca para apresentar ao eleitorado. Uma das apostas é o programa habitacional Pode Entrar, que cria mecanismos de incentivo à produção de unidades habitacionais populares para famílias com renda bruta de até três salários mínimos e que não têm acesso ao crédito imobiliário.

O tucano vai se apresentar como o prefeito que mais inaugurou unidades habitacionais — 25 mil neste mandato e mais 10 mil nos próximos quatro anos. Um auxiliar próximo a Covas disse, ainda, que em 2020 serão inauguradas obras que começaram em anos anteriores, mas serão capitalizadas pelo tucano.

Outra “vitrine” na campanha será o programa de desestatização da Prefeitura, que cumprirá o papel de atrair o eleitor de direita mais moderado.

Desde a virada do ano, Covas já vem dizendo abertamente que será candidato à reeleição, o que antes evitava. Pelo calendário previsto no seu entorno, a “largada” da pré-campanha será no fim de fevereiro, depois do último ciclo de quimioterapia e dos exames consecutivos.

“Ele faz a oitava sessão (de quimioterapia) na semana que vem. Depois, em um prazo provável de duas semanas, ele repete todos os exames – de sangue, de imagens e endoscopia. Os próximos passos não estão ainda discutidos, dependem do resultado final da quimioterapia. Então isso só acontecerá no final dos oito ciclos”, disse o médico David Uip, que coordena o tratamento do prefeito.

Segundo ele, na semana que antecede o carnaval ou logo após o festejo serão tomadas decisões importantes a respeito do tratamento. “Ele não teve qualquer efeito adverso até agora. Teve uma intercorrência, aquele sangramento, que foi superada. Agora, o resultado da efetividade do tratamento você só apura após o final da quimioterapia. O que nós temos até agora é que, até o momento, ele teve uma boa resposta e uma resposta segura, sem efeitos adversos.”

Vice

Embora digam que ainda é cedo para se falar em nomes para vice na chapa do tucano, os covistas têm tratado do assunto com partido aliados. Um dos cenários é uma dobradinha com o Republicanos (ex-PRB).

Já Doria não esconde que gostaria de ver a deputada Joice Hasselmann (PSL) como companheira de chapa de Covas. Caso as negociações não avancem, uma solução interna seria uma chapa pura, com a senadora Mara Gabrilli (PSDB).

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CIDADE DO RIO DE JANEIRO – Falta d’água leva prefeitura do Rio a adiar início do ano letivo

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O início do ano letivo nas 1.500 escolas da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro foi adiada de quarta (5) para quinta-feira (6), por causa da interrupção no fornecimento de água da Estação de Tratamento do Guandu. A distribuição foi suspensa por 14 horas, devido à presença de detergente nos mananciais que chegam à estação de tratamento.

Segundo a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), a captação de água do Sistema Guandu foi retomada às 7h desta terça-feira (4). O abastecimento será normalizado gradualmente, informou a Cedae.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação explicou que decidiu adiar o início das aulas deste ano porque que muitas escolas estavam sem água.

Segundo a secretaria, no início de janeiro, já tinha ocorrido problema na Estação de Tratamento do Guandu, com a população do Rio reclamando da qualidade da água. A Cedae atribuiu o problema à presença da substância geosmina na água. De acordo com a Cedae, a geosmina é uma matéria orgânica produzida por algas e não representa risco à saúde dos consumidores.

As principais reclamações dos consumidores diziam respeito ao cheiro, ao gosto e à turbidez da água.

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Edição: Nádia Franco Tags: RIO DE JANEIROCEDAEGUANDUÁGUA TURVAINÍCIO DAS AULASADIAMENTO

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BRASIL – Bolsonaro diz que não traz brasileiros da China porque ‘custa caro’ e não há lei de quarentena

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (31) que o governo ainda estuda estratégias para buscar os brasileiros que vivem na China e têm intenção de retornar ao Brasil. Segundo o presidente, é preciso resolver entraves diplomáticos, jurídicos e orçamentários para que isso ocorra.

Ele se reuniu com ministros nesta sexta-feira (31) no Palácio da Alvorada, em Brasília, para discutir estratégias de enfrentamento ao coronavírus e a situação de brasileiros que estão confinados em áreas de risco na China.

Participaram da reunião os ministros da Saúde, Henrique Mandetta; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

“Custa caro um voo desses. Na linha, se for fretar um voo, acima de US$ 500 mil o custo. Pode ser pequeno para o tamanho do orçamento brasileiro, mas precisa de aprovação do Congresso”, declarou. O presidente descartou a ideia de editar uma medida provisória para agilizar esse trâmite.

Em nota enviada no início da noite, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que “se esta for a decisão do governo, e o governo entender que existe urgência, e ele concorda que existe, o governo tem instrumentos para organizar o orçamento.”

Maia também diz que se reuniu com o ministro da Saúde na última semana, e colocou a Câmara à disposição para ajudar com medidas adicionais exigidas por uma eventual epidemia de coronavírus.

Regras para quarentena

Além do custo da operação, o presidente Jair Bolsonaro disse que há lacunas na legislação brasileira que podem dificultar o processo. Segundo ele, como o Brasil não tem normas vigentes sobre quarentena, seria preciso criar parâmetros nesse sentido.

“Ao trazer brasileiros pra cá, é nossa ideia colocar em um local para quarentena, mas qualquer ação judicial tira de lá. (…) Se lá temos algumas dezenas de vidas, aqui temos 210 milhões de brasileiros. Então, é uma coisa que tem que ser pensada, conversada antecipadamente com o chefe do Poder Judiciário, conversado com o Parlamento também”, disse Bolsonaro.

“Para 30 [brasileiros], nós temos possibilidade até de a Força Aérea cumprir essa missão. Agora, todo mundo diz que não está contaminado. Tem que fazer exame prévio, quem tiver qualquer possibilidade de apresentar sintoma não embarcaria. Ao chegar aqui, pela ausência da lei de quarentena, a gente tem que discutir.”

Sobre essa declaração, o deputado Rodrigo Maia afirmou que o Congresso trabalhará com o Ministério da Saúde para aprovar as regras necessárias ao estabelecimento de uma quarentena. “O governo pode mandar a lei e a Câmara votará com urgência”, diz o presidente da Câmara.

Bolsonaro afirmou que, para não causar pânico e transtorno à população, a ideia é decretar quarentena de pacientes em uma base militar, a ser montada longe de grandes centros populacionais.

O Ministério da Saúde informou nesta sexta que o Brasil tem 12 casos suspeitos do novo coronavírus 2019 n-CoV. Nenhum caso foi confirmado. Cinco estados estão com pacientes em investigação médica: Ceará (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (7).

Negociação pendente

Na terça (28), o embaixador do Brasil em Pequim, Paulo Estivallet de Mesquita, afirmou que a China não autorizou voos de evacuação de cidadãos estrangeiros na província de Hubei, onde havia mais casos registrados de coronavírus. O G1 mostrou que ao menos 11 países tinham planos similares, naquele momento.

Ao sair da reunião com Bolsonaro, o ministro Ernesto Araújo afirmou que “é preciso negociar” com as autoridades chinesas para que os brasileiros sejam liberados da região mais afetada pelo vírus – mas não disse em que pé estão essas negociações.

“A região da China que tá mais sujeita, ela tá fechada para qualquer pessoa sair. É preciso negociar com o governo chinês, como outros países negociaram. Mas não é uma coisa óbvia e imediata.”

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