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Rússia decide fechar fronteira com a China por causa do coronavírus

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Até o momento, 170 já morreram na China por causa do vírus e mais de 7,7 mil pessoas foram infectadas em 19 países.

Rússia anunciou nesta quinta-feira (30) que fechará os 4.250 km de fronteira com a China em uma tentativa de evitar a propagação do coronavírus, de acordo com a France Presse. Até o momento, 170 já morreram na China por causa do vírus. Mais de 7,7 mil pessoas foram infectadas em 19 países.

“Uma ordem foi assinada hoje e entrou em vigor. Informaremos a todo o mundo as medidas adotadas para fechar a fronteira no Extremo Oriente”, anunciou o primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, citado por agências russas.

A Mongólia foi o primeiro país a fechar as fronteiras terrestres com a China para conter a transmissão da doença. O tráfego aéreo e ferroviário com o território chinês permaneceu liberado.

Confira o resumo até a manhã desta quinta-feira (30)

  • 170 mortes na China – a maior parte na província de Hubei, onde fica Wuhan, cidade epicentro da doença
  • Nenhuma morte fora da China
  • 7.736 casos suspeitos na China
  • 75 casos suspeitos em outros 17 países
  • 9 casos suspeitos no Brasil; nenhum confirmado
  • Transmissão entre humanos está confirmada
  • Taxa de mortalidade é de 2%; na Sars, era de 10%

Início da epidemia

A doença, que começou em Wuhan, capital da província de Hubei, avança por todas as regiões chinesas. Nesta quinta-feira (30), foi confirmado o primeiro caso no Tibete, até então a única região na China continental livre da doença.

Mais de 9 milhões de pessoas ainda estão em Wuhan. A cidade está isolada há uma semana pelas autoridades chinesas como medida para tentar conter a expansão do vírus.

Voos cancelados

Na quarta-feira (29), as companhias aéreas British Airways, Lutfthansa e Lion Air suspenderam todos os voos para a China continental por causa do coronavírus. A American Airlines, United Airlines, Cathay Pacific Airways e Ural Airlines suspenderam ou modificaram os programas de voo em consequência da epidemia.

Casos de coronavírus pelo mundo - 29/01 9H — Foto: Juliane Monteiro/ G1
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É possível viajar no tempo?

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Voos Partiram em 2020 e Chegaram em 2019.

A virada do ano é uma grande festa em todo o planeta, mas e se você pudesse comemorar a chegada de 2020 duas vezes, em lugares diferentes?

Pode até parecer ficção, mas alguns voos realizados no último dia do ano permitiram que os passageiros “voltassem no tempo” e celebrassem o réveillon duas vezes.

Isso foi possível por causa da grande diferença horária em locais não tão distantes entre si. Alguns voos levam poucas horas para cruzar do extremo Leste para o extremo Oeste do planeta. No calendário, entretanto, os passageiros voltam um dia inteiro.

A opção mais rápida e econômica para voltar no tempo foi embarcar em um voo de Auckland (Nova Zelândia) para Rarotonga (Ilhas Cook). São duas opções de voo que duram três horas e 50 minutos e custam cerca de US$ 240 (R$ 980) na classe econômica.

O voo da Air New Zealand decolou de Auckland no dia 1º de janeiro de 2020 às 8h55 e chegou a Rarotonga às 13h45 do dia 31 de dezembro de 2019. Pela Virgin Australia, o avião partiu da Nova Zelândia às 16h45 e aterrissou nas Ilhas Cook às 21h40.

Outra opção foi voar entre Guam, um território dos Estados Unidos no Pacífico e Honolulu, no Havaí. Nesse caso a viagem é mais longa e bem mais cara.

O voo sem escala da United Airlines teve duração de sete horas e cinco minutos. O Boeing 777-200 decolou da ilha de Guam no dia 01/01/2020 às 7h40 e chegou em Honolulu às 18h45 do dia 31/12/2019. O preço da passagem costuma ser em torno de R$ 5.000. Para a viagem de Ano Novo, o valor passou de R$ 7.000.

Então, a viagem no tempo realmente existe…

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Palavras criam mundos.

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Neste limiar do Novo Ano, nunca devemos nos esquecer da importância das palavras da língua falada e escrita, seja de que nacionalidade forem.

Por isso a Internet e as redes globais de contato virtual representaram uma revolução tão grande na comunicação humana, nos curtos 20 e poucos anos de seu advento desde o final do século XX.

A palavra é o elemento-chave da Seven Ports para consolidar um novo conceito multidisciplinar de comunicação e negócios no mundo virtual do ciberespaço.

Mesmo não funcionando tão bem quanto o trocadilho em inglês da ilustração deste post, que cria mundos adicionando apenas UMA CONSOANTE (“L”), destacamos aqui a tradução, pois são somente três palavras, mas muito poderosas:

PALAVRAS CRIAM MUNDOS.

Feliz 2020, com muita saúde e prosperidade. São os votos da Equipe Seven Ports a todos os nossos clientes, usuários, fornecedores, navegantes e amigos.

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O monstro do Lago Ness na sua cozinha.

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A melhor coisa que já surgiu de um boato secular. *

“Nessie”, a inventiva concha que fica “em pé” dentro da sopa ou do feijão, pronta para servir.

* Referência à eterna lenda do ‘Monstro do Lago Ness’, na Escócia, alegadamente visto nos últimos 500 anos, mas jamais encontrado ou confirmado.

Para quem quiser comprar, nas Lojas Americanas online por vinte pratas (R$ 19,90) mais custos de frete.

shorturl.at/fkBDM

Coisas que queremos ter.

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